domingo, 26 de outubro de 2008

As Mensagens dos Círculos nas Colheitas


“Círculos nas colheitas” é um termo usado para referir os conjuntos de figuras geométricas desenhadas em grandes campos de cultivo. Estas figuras são melhor observadas de um ponto alto, fazendo pouco sentido quando observadas ao nível da plantação.
O círculo na colheita mais antigo que foi registado está representado numa gravura do século XVII intitulada de “O Demónio Ceifador”. A imagem representa uma criatura estranha que cria um desenho circular num campo de trigo. Este fenómeno enigmático foi observado em vários países de todo o mundo, começando pela Inglaterra na década de 1970. A partir daí passou a ser mais conhecido e a ter uma maior repercussão mediática.
Têm-se especulado várias opções para a procedência dos círculos. Alguns defendem que estas formações são de origem extraterrestre e sugerem que eles não estão tentando comunicar connosco a nível consciente mas sim a um nível mais profundo. Os círculos seriam mensagens codificadas em símbolos, tendo a função de, entre outras, despertar potenciais no inconsciente colectivo da humanidade. Outros sugerem que as figuras foram realizadas durante a noite por humanos, sem serem vistos. Uma última explicação é a de que os círculos foram criados por acção do vento e de outras causas atmosféricas. Esta hipótese parece ser pouco credível uma vez que existem padrões altamente organizados e inteligentes, que não poderiam ser criados pelas forças da natureza.
Em 1991, dois ingleses, Doug Bower e Dave Chorley, apareceram na imprensa dizendo que teriam sido os autores dos círculos. De facto, eles provaram que podiam fazer círculos simples com uma corda e uma tábua, só que quando questionados sobre como teriam feito os círculos mais complexos, eles pareciam não dar uma resposta muito convincente. Não é realmente difícil fazer esses círculos estando equipado de cordas, marcadores que brilham no escuro e GPS (e já existem grupos formados com esse objectivo), mas é bastante improvável que seres humanos consigam fazê-los em tão grande número, com tanta precisão e em tão pouco tempo, sem serem descobertos. Mais um aspecto importante é o facto de nunca conseguirem reproduzir, na frente de toda a gente, a perfeição dos círculos que eles alegam ter feito anteriormente.
Sabe-se hoje que cerca de 90% dos círculos genuínos surgem quase sempre nas mesmas áreas, ano após ano, e invariavelmente sobre ou muito perto de sítios arqueológicos de milhares de anos de idade. Geralmente aparecem no verão, no início da época de colheita, em locais onde as linhas magnéticas da Terra se cruzam. São em lugares amplos, abertos e de fácil acesso. Nessas épocas várias pessoas acampam para observar os campos à noite e já aconteceu aparecerem desenhos complexos numa noite apenas, a poucos quilómetros de onde os pesquisadores estavam acampados e ninguém se ter apercebido de nenhuma movimentação por perto.
O trigo encontrado nos campos de cultivo tem sido objecto de estudo com o objectivo de descobrir a procedência destas formações. Nos círculos considerados genuínos, as plantas são dobradas sem vincos e sem quebras e continuam a crescer na mesma direcção. Também não se verificam pegadas humanas nem marcas de pneus de automóveis. As plantas dentro do círculo são afectadas por um tipo de radiação que as fazem aquecer de dentro para fora, como se estivessem num microondas, existem ainda outras anomalias, tais como alterações químicas, sementes alteradas geneticamente, etc. Algumas pessoas relatam, ainda, sentir estranhas sensações ao aproximarem-se dessas formações. É também conhecida, nos campos de cultivo, a presença de estranhas bolas de luz e alguns defendem que são esses objectos inteligentes que criam as figuras. O avistamento de luzes estranhas no céu na proximidade destes círculos levou a que muitos investigadores associassem as formações geométricas nas colheitas com o fenómeno OVNI.
Segundo investigadores, alguns dos desenhos encontrados em Inglaterra e em outros países estão relacionados com calendários e profecias de antigas culturas nativas americanas. Recentemente, um pesquisador de círculos mostrou um desses desenhos a um chefe de uma tribo hopi, uma tribo indígena norte-americana, e para seu espanto, o chefe mostrou-lhe que tinha algo de muito semelhante, algo que fazia parte da tradição e profecias de seus antepassados. Ele explicou-lhe que, na opinião dele, estes círculos são avisos dos “deuses” para uma época de grandes mudanças na Terra.
Para além de haver uma ligação entre o fenómeno dos círculos e a simbologia esotérica antiga, foram também reconhecidos possíveis mapas das estrelas ou astronómicos e alinhamentos planetários (um exemplo disso são formações que indicam a posição dos planetas em 21 de Dezembro de 2012). Em 2004, na Grã-Bretanha, em Silbury Hill, perto de Stonehenge, foi descoberto um controverso círculo, extremamente bem elaborado, de proporções enormes e de alguma complexidade. Na opinião de vários especialistas na matéria, esta figura faz uma directa referência ao calendário Maia e aos seus símbolos. Este majestoso círculo de mais de 150 metros de diâmetro evoca irresistivelmente a simbologia dos antigos calendários Maia e Azteca, apontando para o final desta era e para mudanças dramáticas na Terra.
Apesar de vários destes círculos serem fraudes criadas por humanos, muitos deles parecem também ser genuínos, com características que os distinguem claramente e que os tornam credíveis. Este é, portanto, um fenómeno intrigante e que merece toda a nossa atenção e estudo. As formações geométricas parecem querer transmitir-nos uma mensagem importante, talvez apelem para uma mudança no comportamento do ser humano e nos deixem um aviso de que uma grande transformação estará prestes a acontecer.


Link:
http://www.cropcircleconnector.com/interface2005.htm

Vídeos:



domingo, 5 de outubro de 2008

Descodificando o Passado: Os Maias e a Profecia do Juízo Final


A civilização Maia foi uma cultura mesoamericana pré-colombiana com uma rica história, que floresceu durante quase 3000 anos. O termo "Maia" refere-se a uma longa linhagem ancestral. Os Maias responsáveis pela maioria dos monumentos “calêndricos” e pelos majestosos observatórios piramidais são conhecidos por "Maias do Período Clássico". Estiveram na Terra entre, aproximadamente, 435 a 830 d.C. Parece que viveram e trabalharam com uma missão muito precisa - a de registar enormes ciclos astrológicos e astronómicos, com o objectivo de alertar gerações futuras para a mudança da idade do mundo. Criaram a mais extensa e precisa ciência de contagem do tempo conhecida na Terra, traçando os ciclos concorrentes de todos os corpos celestes e calculando datas, tanto para o passado como para o futuro, com surpreendente precisão. Quando estava pronta a sua tarefa de registo codificado desta mensagem em pedra, os Maias Clássicos desapareceram. As cidades do sul em pouco tempo ficaram vazias e quando os espanhóis chegaram à região, as grandes cidades cerimoniais já haviam sido abandonadas e a cultura estava em total decadência. Por volta de 830 d.C., tribos guerreiras entraram no Yucatão e a guerra e o sacrifício de humanos foram introduzidos.
Os Maias Clássicos eram assim astrónomos, peritos em medir a passagem do tempo e mestres da escrita e da matemática. Enquanto a Europa mergulhava numa Idade Média sombria, os Maias mapeavam os céus, conferindo grande significado a fenómenos astronómicos e fazendo predições extraordinárias baseadas no estudo das estrelas e dos planetas. Previram vários acontecimentos que entretanto se passaram, tais como a chegada do homem branco - Hernan Cortez - a 8 de Novembro de 1519 à região que constitui o actual México. Actualmente, têm estado a reaparecer conhecimentos, estão-se a decifrar as suas misteriosas mensagens através de investigações feitas às ruínas das suas cidades, tais como Chichén Itzá, através do estudo das datas e dos números esculpidos nos seus muros, através dos seus calendários, dos seus códices e livros sagrados.
Os Maias tinham conhecimento de um ciclo astronómico ao qual chamamos precessão dos equinócios. Estes, assim como outras culturas ancestrais, dividiam o tempo em anos cósmicos, ciclos de aproximadamente 25.800 anos, durante os quais o eixo da Terra vai apontando sucessivamente para diferentes estrelas no decorrer do tempo. Devido a este movimento, o Equinócio da Primavera passa a acontecer com a entrada do Sol num diferente signo do Zodíaco a cada 2152 anos. Cada ciclo de 25.800 anos é composto por 5 ciclos menores, com duração de 5125 anos cada um, e mantêm uma directa relação com os 5 elementos: jaguar, vento, fogo, água e terra. A era em que nos encontramos (3113 a.C. - 2012 d.C.) é chamada a Era do 5º Sol e é dominada pelo elemento terra, cujo significado maia se associa a mudança, evolução, terramoto, sincronismo e navegação. Os Maias referem que cada uma das 4 eras anteriores foram destruídas sob a influência do elemento pelo qual eram regidas. Cada ciclo finaliza assim uma humanidade na Terra – primeiro a destruição, seguida pela regeneração que traz o ciclo seguinte. Estamos assim a viver os últimos anos da Era do 5º Sol e também os últimos anos do ciclo de 25.800 anos, a ponto então de entrar num novo ciclo.
Os Maias referem-se ao grande ano cósmico nos seus sistemas de crença místicos e desenvolveram calendários baseados no mesmo. Eles tinham calendários notavelmente mais precisos, complexos e holísticos do que o usado actualmente no mundo ocidental (calendário gregoriano). Os antigos Maias tinham assim mais de 17 calendários. De entre todos estes calendários, os mais referidos costumam ser o Tzolkin, o Tun-Uc e o Haab. O Tzolkin, ou calendário sagrado, compreendia 260 dias, resultantes da combinação de 20 glifos com 13 números. O Tun-Uc, calendário "lunar" de 364 dias, é dividido em 13 períodos de 28 dias cada e cada um destes 13 períodos era representado por um animal. O Haab, calendário civil de 365 dias, é dividido em 18 meses de 20 dias cada, mais um período suplementar de 5 dias nefastos, o Uayeb.
Os astrónomos e guardiães do tempo da civilização Maia previram que o mundo, tal como o conhecemos, chegaria ao fim em 21 de Dezembro de 2012. Nesta data, que corresponde ao solstício de Inverno, mais exactamente às 11:11 do horário universal (UTC) a Terra estará alinhada com o Sol e com o centro da Via Láctea, o que constitui uma conjuntura crítica que indica o ponto de conclusão de um ciclo de 25.800 anos no processo evolutivo do Homo Sapiens.



Nota: este vídeo apresenta apenas a 1ª parte do documentário, as partes restantes encontram-se no YouTube.


Nota: este vídeo apresenta apenas a 1ª parte do programa, as partes restantes encontram-se no YouTube.

sábado, 4 de outubro de 2008

Mistérios do Passado: Arqueologia Proibida

Originalmente mencionada pelo filósofo grego Platão em dois dos seus diálogos (Timeu e Crítias), a Atlântida terá sido uma avançada civilização que existiu em períodos tradicionalmente classificados de pré-históricos. Platão conta-nos que, segundo um sacerdote egípcio, o povo da Atlântida viveu numa ilha localizada para além dos pilares de Heracles, onde o Mediterrâneo terminava e o Oceano começava. Muitos acreditam que os Atlantes foram precursores dos Egípcios, Aztecas e Maias e que terão transmitido alguns dos seus avançados conhecimentos a estas civilizações antigas antes de terem desaparecido numa catástrofe global.
Ao examinar antigos mapas, documentos, registos arqueológicos e escritos históricos, podemos encontrar indícios de que a humanidade é muito mais antiga do que aquilo que frequentemente se supõe. Evidências geológicas sugerem-nos que, provavelmente, a nossa história terá de ser reescrita. Um exemplo claro disso são os padrões de erosão apresentados pela grande esfinge, Egipto: estes padrões revelam sinais de desgaste provocados pela queda de chuva ao longo de muitos anos e uma vez que estamos a falar de um deserto, isso só terá sido possível muito antes da data comummente aceite para a sua construção, logo a esfinge será muito mais antiga do que aquilo que os “peritos” afirmam.
Existe uma relação entre a Astronomia e a Mitologia, o homem antigo usou o “conhecimento lunar” (intuição) em oposição ao homem moderno que usa predominantemente o ”conhecimento solar” (lógica) para interpretar o universo. O homem antigo tinha uma mentalidade completamente diferente (mas igualmente válida), possuía uma perspectiva holística, ou seja “ver o quadro todo” em vez de partir o universo nas suas partes constituintes, como é hábito da lógica.
Dentro desta ideia de civilizações fundadas no conhecimento lunar e de exaustivas observações baseadas em astronomia, muitos autores tentam explicar aquilo que as culturas antigas realizaram no passado, ligando os mitos fundamentais a ocorrências astronómicas, tais como a precessão dos equinócios.
A evidência de uma antiga cultura que existiu provavelmente 10.000 anos a.C. desafia a percepção moderna de que os nossos antepassados eram atrasados, com falta de inteligência e de avançados níveis de comunicação, ou seja, em geral inferiores a nós.

Link :
Vídeos:


Nota: este vídeo apresenta apenas a 1ª parte do documentário, as partes restantes encontram-se no YouTube.



Nota: este vídeo apresenta apenas a 1ª parte do documentário, as partes restantes encontram-se no YouTube.


Nota: este vídeo apresenta apenas a 1ª parte do documentário, as partes restantes encontram-se no YouTube.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Patrick Geryl, 2012

Patrick Geryl é autor de vários livros publicados em diversas línguas. Todos eles se converteram em bestsellers. Desde cedo se interessou por astronomia, tendo estudado centenas de publicações e livros sobre o tema. Geryl predisse diversas mudanças no universo e algumas das suas predições têm-se vindo a confirmar, pelo que obteve grande notoriedade na imprensa belga.
Através dos seus conhecimentos astronómicos, seguiu um rasto que o levou a uma civilização avançada que foi destruída por uma inversão dos pólos da Terra. Os descendentes desta civilização – os Maias e os antigos Egípcios – previram uma catástrofe similar para 2012 e tal descoberta impulsionou Geryl a iniciar uma intensa investigação sobre o assunto, reflectida em 3 livros publicados.
O autor chegou à surpreendente conclusão de que a Terra irá ser sujeita a um imenso desastre. A causa: mudanças no campo magnético do sol irão gerar violentas explosões solares e triliões de partículas vindas do sol atingirão a Terra afectando a polaridade do planeta inteiro. Resultado: o nosso campo magnético vai se inverter de uma só vez com consequências catastróficas para a humanidade: grandes terramotos, tsunamis colossais e intensa actividade vulcânica. De facto, toda a crosta terrestre vai-se deslocar, movendo continentes milhares de quilómetros das suas posições actuais.
Segundo Geryl, existem grandes evidências na literatura das civilizações antigas de que tal desastre já aconteceu no passado e também pistas de que eles sabiam quando outra catástrofe iria ocorrer. O Códice de Dresden dos Maias, por exemplo, contém os segredos do ciclo das manchas solares, acerca do qual os modernos astrónomos sabem muito pouco. O Zodíaco astronómico dos Egípcios descreve a data exacta dos anteriores cataclismos e as suas consequências. Dado que Geryl descobriu que ambas as civilizações fizeram cálculos astronómicos mais precisos que os actuais, concluiu que as suas previsões acerca da próxima catástrofe estão correctas também.
Patrick afirma que os Maias e os Egípcios são descendentes da Atlântida e que estes últimos tinham conhecimentos astronómicos bastante desenvolvidos, levando-os a prever exactamente a última catástrofe, em 9792 a.C. Muitos fugiram em barcos para o Egipto e América do Sul. Em 2012, Vénus e Órion, bem como outras estrelas, vão posicionar-se do mesmo modo que em 9792 a.C. Patrick e outros colaboradores, baseados em extensa pesquisa científica e arqueológica, estão ainda empenhados em encontrar a chamada “Câmara dos Registos”, uma cápsula do tempo esquecida num enorme labirinto que possui documentos anteriores a essa catástrofe e que foi criada pela raça pré-diluviana e pelos antigos egípcios, com o intuito de preservar a sua sabedoria para a posteridade.
Patrick Geryl defende assim que o nosso fim está iminente e que deveríamos levar muito a sério os seus cálculos que colocam a próxima inversão dos pólos em 2012, dedicando actualmente o seu tempo a formar grupos de sobrevivência a este cataclismo.

Link:
http://www.howtosurvive2012.com/htm_day/home.htm

Vídeos:

Patrick Geryl: El Fin del Mundo (ENG Sub SPA)
Enviado por Macbeth



NOAA: Explosões Solares em 2012 (previsões científicas)

O Livro Perdido de Nostradamus


O Livro Perdido de Nostradamus é uma colecção de 80 aguarelas, encadernadas como um código ilustrado, que foram descobertas em 1982 pelos jornalistas italianos Enza Massa e Roberto Pinotti na Biblioteca Nacional Central de Roma, a qual adquiriu a obra no ano de 1880. Existem evidências que sugerem que este misterioso livro, datado de 1629, é o trabalho final do mais famoso e controverso profeta da história do mundo, Michel Nostradamus.
Ainda mais surpreendente que a descoberta do livro são os avisos que este contém, seriam tão assustadores e blasfemos no seu tempo que talvez tenham sido intencionalmente escondidos até aos nossos dias. O Livro Perdido explora algumas das previsões que deram a Nostradamus tão extraordinária fama. O desvendar dos códigos dos assustadores desenhos leva-nos a importantes conclusões, com informação crítica para a geração actual.
Neste manuscrito existem imagens fortemente ligadas a futuros problemas para a Igreja Católica e até mesmo uma tentativa de assassinato de um Papa. Existem outras imagens que dizem representar a I e II Guerras Mundiais e movimentos políticos tais como o Comunismo e o Fascismo. Conflitos globais recentes são também pressagiados, incluindo o surgimento do fundamentalismo islâmico e um intrigante desenho no qual aparece uma torre em chamas que nos faz lembrar o ataque às torres gémeas de 11 de Setembro.
Talvez o mais chocante seja o facto de, entre todas estas profecias, estar a informação de quando e como o nosso mundo (ciclo) chegará ao fim.

Link:
Vídeo:

Os Mistérios da Grande Cruz de Hendaye


Em 1926, o misterioso e desconhecido alquimista Fulcanelli (provavelmente não era esse o seu verdadeiro nome) publicou um livro chamado “Os Mistérios das Catedrais”. Nesta obra, o autor afirmava que o grande segredo da alquimia estava exposto nas paredes da catedral de Notre-Dame, em Paris. Um capítulo extra de “Os Mistérios das Catedrais” foi acrescentado numa nova edição em 1957 e intitulava-se “A Cruz Cíclica de Hendaye”.
A Grande Cruz de Hendaye, também conhecida por “Monumento ao Fim dos Tempos”, é um monumento alquímico com cerca de 350 anos, que guarda segredos do universo e se localiza num adro de igreja em Hendaye, França. Segundo Fulcanelli, a referida cruz contém segredos e avisos sobre o final da presente era. A Grande Cruz de Hendaye parece ser uma construção simbólica que explica a ciência dos ciclos do tempo e que prevê extraordinárias mudanças. Para Fulcanelli, estas mudanças iriam ter um efeito dramático na nossa espécie e no nosso planeta. Este fala também do final da actual Idade do Ferro - ou kali-yuga - e do começo de uma Idade do Ouro. Assim, a transformação alquímica do metal inferior em ouro é também uma metáfora para a transformação da actual Idade do Ferro em Idade do Ouro.
O monumento divide-se em 3 partes principais: a base, o pilar e a cruz. A base tem 4 símbolos com um total de 8 imagens simbólicas. Os 4 símbolos da base (uma estrela de 8 pontas, uma lua, um sol - que revela uma face zangada e que indica que a catástrofe está relacionada com o sol - cercado por 4 estrelas, 4 “A´s” inseridos em 4 quadrantes) devem ser tomados como uma unidade que representa o sistema solar, apontando para uma dupla catástrofe que afectará a Terra, revelando ainda quando esta ocorrerá. De acordo com autores recentes, descreve o alinhamento galáctico que se irá dar no Solstício de Inverno de 21 de Dezembro de 2012.

O pilar é a representação simbólica do espaço existente entre o sistema solar e o centro da Via Láctea, que é representada pela cruz.
A cruz tem 3 componentes simbólicas: a inscrição INRI, os duplos X’s e a inscrição em latim OCRUXAVES/PESUNICA. Estes símbolos oferecem-nos três sistemas de significado interligados, que quando tomados em conjunto nos dão a chave para compreender o processo inteiro simbolizado pelo monumento. Fulcanelli afirma que a inscrição em latim se refere ao único local de refúgio perante a dupla catástrofe descrita pelo monumento e não nos dá nenhuma pista, apenas informa que, a partir da inscrição, podemos aprender que existe um local no qual a morte não consegue alcançar o ser humano no momento do duplo cataclismo. Cabe-nos descobrir esse local. Fulcanelli assegura que quem encontrar esse local terá a missão de renovar a humanidade após a catástrofe. Fulcanelli diz que é fácil reconhecer a frase familiar “O Crux Ave Spes Única”, que pode ser traduzida como “Avé ó cruz, a única esperança”, sendo que existem muitos túmulos com esta inscrição. No entanto, Fulcanelli diz-nos que esta é diferente devido à posição trocada do “S”. Chama-nos a atenção para este erro gramatical dizendo que o mesmo ocorre de propósito. Fulcaneli coloca-nos então um enigma.



Segundo um investigador recente, Jay Weidner, a inscrição pode transformar-se em “inca cave cusco peru”, sendo que para ele este local de refúgio é no Peru, mais concretamente na região de Cusco, onde existe uma cruz igual à existente em Hendaye, que ninguém sabe quem construiu e porquê, mas que lá existe há séculos.

Links:

http://www.jayweidner.com/netx1.htm

http://www.sangraal.com/AMET/hendaye.html

http://video.google.com/videoplay?docid=-7749006621224371961&ei=TwjoSPmTDYaYrQLWhZmZCw&q=great+cross+of+hendaye

Profetas e Profecias

É do conhecimento geral que muitos profetas previram a I e II Guerras Mundiais, catástrofes naturais, o nascimento e queda de impérios e o final dos tempos. Dos antigos Maias, passando pelo lendário Nostradamus, até aos visionários do nosso tempo, iremos, através do vídeo apresentado, visitar os mais extraordinários profetas do passado e do presente.
O vídeo apresentado retrata também a vida de Edgar Cayce, um famoso clarividente norte-americano que nas décadas de 1930 e 40 foi uma figura bastante conhecida. Edgar Cayce canalizava respostas para questões que tratam sobre espiritualidade, imortalidade, reencarnação, saúde, entre outras. Era chamado de “profeta adormecido”, porque predizia eventos futuros e prescrevia medicamentos com os olhos fechados, relaxado sobre um divã, em estado de transe e ao lado de uma taquígrafa que realizava as anotações.
Entre algumas predições que teria realizado, estão a previsão do início e do fim da I e II Guerras Mundiais, aparecimento do movimento Nazi, conflitos raciais nos EUA, datas de falecimentos de presidentes norte-americanos da sua época, a Grande Depressão Económica (1929-1934), o fim do Comunismo na Rússia, o surgimento da China como grande potência económica e cultural, alterações climáticas e geológicas, aparecimento de doenças modernas como o stress, tensão arterial elevada e doenças cardíacas. Realizou também um detalhado relato sobre o mítico continente da Atlântida e descreveu uma nova era de iluminação e paz para a humanidade, mas antes disso acontecer, referiu um período de purificação envolvendo desastres naturais que modificarão a superfície da terra, guerras, colapso económico e instabilidade socio-política.




Link :
http://edgarcayce.org/about_edgarcayce/about_edgarcayce.asp


Vídeo:

Descodificando o Passado: 2012

Um surpreendente número de profetas, antigos oráculos e até um software profético que utiliza a Internet, parecem apontar para a data de 21 de Dezembro de 2012 como sendo o final desta nossa civilização. Desde o antigo calendário Maia, às previsões medievais de Merlin, ao oráculo chinês do I Ching e até uma tecnologia que esquadrinha de forma massiva a Internet com o objectivo de prever o futuro (projecto Web-bot), todos indicam o mesmo período de tempo para o final deste ciclo da humanidade.
Mas existirá alguma ciência por detrás de tudo isto? Poderão os antigos oráculos realmente prever o futuro? A resposta pode afectar-nos a todos, uma vez que os oráculos, ao longo da história, mostraram ser bastante precisos, prevendo muitos acontecimentos com surpreendente exactidão.

O vídeo apresentado contém as profecias dos Maias, Hopis, oráculo de Cybil, oráculo de Delfos, mãe Shipton, Merlin, Web-bot, Black Elk, I ching e o apocalipse de São João.

Vídeo:

Nota: este vídeo apresenta apenas a 1ª parte do documentário, as partes restantes encontram-se no YouTube.