sábado, 29 de novembro de 2008

Crianças no Zimbabué Recebem Mensagens de Seres Alienígenas


Em 14 de Setembro de 1994, um OVNI foi avistado sobrevoando o céu da região sul de África. Dois dias depois, em 16 de Setembro de 1994, três objectos desconhecidos foram vistos por 62 crianças de uma escola primária situada em Ruwa, Zimbabué. O mais impressionante desta história foi que, a partir deste momento, as crianças do colégio passaram a desenhar discos voadores e seres extraterrestres nos seus trabalhos. Com estes desenhos, os professores e pais dos alunos descobriram que os estudantes tiveram contactos com seres alienígenas que aterraram perto da escola. Isto foi dito pelos próprios alunos do colégio e registado através dos seus desenhos.
As crianças viram no céu três objectos de cor prateada e com luzes vermelhas, que desapareciam e depois reapareciam em diferentes locais. Aos poucos estes objectos iam-se aproximando do chão, até que de repente as máquinas aterraram perto da escola. De acordo com o relato das crianças, os seres eram de pequena estatura, tinham pescoços magros, olhos pretos e grandes e caminhavam em direcção a elas em pequenos passos. Algumas das crianças tiveram medo, no entanto, os alienígenas comunicaram com elas de forma pacífica e por meio de telepatia.
John. E. Mack, que foi professor de Psiquiatria em Harvard e investigador destes fenómenos, entrevistou estas crianças e no final saiu convencido de que elas não tinham sofrido nenhum tipo de alucinação, nem estavam a mentir. Outro dado curioso é que, por essa altura em África, a cobertura que a comunicação social dava ao fenómeno OVNI era muito limitada e apesar das pessoas possuírem rádio, a maioria da população não tinha televisão em casa. Daí ser quase impossível estas crianças terem inventado tudo isto.
Segundo os alunos dessa escola, a mensagem que os extraterrestres passaram era a de que o planeta Terra corria perigo, pois o meio ambiente estava sendo destruído pelo homem. Uma das crianças conta que, na altura do contacto, pensou que os seres queriam contar-lhes algo sobre o nosso futuro, acerca de “como o mundo iria acabar, talvez porque nós não cuidamos do planeta, nem do ar”. Ela refere ter-se sentido muito mal quando chegou a casa nesse dia. “Era como se todas as árvores caíssem e não houvesse mais ar. As pessoas morriam. Esses pensamentos vieram dos homens, dos olhos daqueles homens” conta a criança.
A mensagem transmitida a estas crianças por estes seres parece coincidir com os avisos de algumas profecias descritas neste blog. Embora existam inúmeros casos de contactos entre seres humanos e alienígenas com o mesmo tipo de mensagens, este caso destaca-se por apresentar uma maior credibilidade.


Vídeos:







sexta-feira, 28 de novembro de 2008

O Ponto Zero e a Mudança das Eras

A ciência tem vindo a reconhecer importantes mudanças no campo magnético da Terra. O ápice do processo, que segundo alguns especialistas deverá ocorrer em poucos anos, provavelmente provocará a inversão do sentido da rotação da Terra e a inversão dos seus pólos magnéticos.
O geólogo norte-americano Greg Braden é um dos maiores investigadores do fenómeno. Braden trabalha a partir da interface ciência-esoterismo e tem demonstrado, com provas científicas, que a Terra tem estado a passar pelo Cinturão de Fotões e que há uma desaceleração na rotação do planeta. Braden também apoia a ideia do aumento da Ressonância de Schumann. Para este, quando a Terra perder por completo a sua rotação e a Ressonância de Schumann alcançar o índice de 13 Hz, iremos encontrar-nos no que chama Ponto Zero do campo magnético. Segundo Braden, a Terra ficará parada e, após dois ou três dias, recomeçará a girar só que na direcção oposta. Isto produzirá uma total inversão nos campos magnéticos terrestres.

O campo magnético da Terra encontra-se a diminuir significativamente. Como um dos fenómenos que costuma preceder a inversão do magnetismo polar é a redução deste campo, Braden acredita que outra inversão deve estar para acontecer. O campo agora mede apenas 0,4 gauss. Nos últimos 30 anos, esse campo não tem só diminuído, mas está também a tornar-se irregular. Os pássaros, que o utilizam para migrar, estão agora a ir parar a outros locais. Ocorre o mesmo com outros animais, como os golfinhos e as baleias. Eles utilizam as linhas geomagnéticas para migrar. Estas, que estavam estacionadas por milhares de anos, agora mudaram. Algumas dessas linhas movem-se para áreas no interior dos continentes e essa é a razão pela qual muitas baleias e golfinhos têm encalhado nas praias. As linhas geomagnéticas, que sempre guiaram a sua migração, agora levam-nos para a terra. Nas últimas duas semanas de Setembro de 1994, o mundo experimentou uma oscilação do campo geomagnético. Pilotos de todo o mundo foram forçados a aterrar manualmente os seus aviões porque o campo geomagnético terrestre começou a mover-se. De Junho a Outubro e parte de Novembro de 1996, tivemos uma anomalia muito maior e mais longa. Especialmente durante Julho e Agosto daquele ano. O Pólo Sul estava realmente a mover-se. Alguém que tivesse uma bússola preparada, veria que o Pólo estava a mover-se numa base diária e, às vezes, horária. Em um ponto, de acordo com Greg Braden, o Pólo Sul realmente moveu-se para longe por poucas horas. Essa informação pode ser facilmente observada. Veja um mapa aeronáutico qualquer, em qualquer grande aeroporto, antes de Junho de 1996. Depois, pegue num novo (tiveram de refazer os mapas para poder aterrar os aviões) e compare-os. Você verá que a correcção de erro para o Pólo Norte magnético mudou, o que quer dizer que o Pólo Sul se moveu. Então, tudo ficou quieto até recentemente. Houve alguns momentos de oscilação, mas não muitos.

Braden lembra que o Ponto Zero ou a Mudança das Eras vem sendo predito por povos ancestrais há milhares de anos. A Terra efectua um movimento de rotação em relação ao seu próprio eixo em 23h 56min 04s. Este movimento de rotação tem a direcção contrária à dos ponteiros do relógio (sentido directo) e origina a sucessão dos dias e das noites. A velocidade de rotação tem o seu valor máximo no equador e é nula nos pólos. Afirma-se que, depois do Ponto Zero, o Sol nascerá no Oeste e se porá a Este.Ocorrências passadas, deste mesmo tipo de mudança, foram encontradas em registos ancestrais.
Greg Braden defende que as mudanças na Terra estão a afectar cada vez mais os nossos padrões de sono, relacionamentos, o sistema imunológico e a percepção do tempo. Tudo isso pode envolver sintomas como enxaquecas, cansaço, sensações eléctricas na coluna, dores no sistema muscular, sinais de gripe e sonhos intensos. O tempo parecerá acelerar-se à medida que nos aproximarmos do Ponto Zero. Durante o fenómeno da mudança, aponta ele, a maior parte de tecnologia que conhecemos deverá parar de funcionar. Possíveis excepções poderiam ser em aparelhos com tecnologia baseada no "Ponto Zero" ou Energia Livre.
Para finalizar, Braden defende também que o nosso corpo físico está a mudar à medida que nos aproximamos do Ponto Zero. O nosso DNA estaria a ser ampliado para 12 fitas na sua hélice, ao mesmo tempo em que um novo corpo de luz começaria a ser criado. Como consequência, os seres humanos se tornariam mais intuitivos e com maiores habilidades curativas.

Vídeo:



Nota: este vídeo apresenta apenas a 1ª parte, as restantes encontram-se no Google Video.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Estaremos perto de uma nova Idade do Gelo?

Idade do Gelo ou Era Glacial é a designação dada ao período em que a Terra se encontra com uma atmosfera excessivamente húmida e quando tem os seus ajuntamentos de água bastante ampliados, mantendo assim uma temperatura muito baixa, diminuindo o nível dos oceanos e gerando condições de vida bastante inóspitas.
As glaciações são fenómenos climáticos que ocorrem dentro de uma era glacial, constituindo um período de frio intenso. A temperatura média da Terra diminui, provocando o congelamento de água nos pólos, aumentando assim a quantidade de gelo nas calotas polares, o que leva ao aumento dos glaciares nos pólos; em zonas montanhosas, próximas de regiões de neve perpétua, a quantidade de gelo também aumenta. Actualmente os glaciares ocupam 10% da área total do planeta, mas nos períodos glaciais o gelo cobria cerca de 32% de terra e 30% dos oceanos. As glaciações provocam grandes mudanças no relevo continental e no nível do mar.

As evidências para o conhecimento das mudanças climáticas da Terra estão gravadas nas profundezas dos oceanos e nas calotas polares. Os sedimentos marinhos revelam quanto gelo existia na Terra e fornecem pistas para as alterações da temperatura no passado. O gelo existente nos pólos também fornece alguma informação sobre as temperaturas. Uma das teorias apresentadas por cientistas sobre o funcionamento do clima terrestre é um desvio na órbita da Terra. Através do estudo das rochas e terra deixada a descoberto pelo retrocesso de um glaciar, os cientistas descobriram que a Terra passou, pelo menos, por três ou quatro idades do gelo. Ao repararem que o gelo tinha um movimento cíclico de avanço e retrocesso começaram a suspeitar que este facto estava relacionado com variações na órbita terrestre. Estas variações dão-se através dos movimentos de excentricidade, de obliquidade e de precessão. Estas pequenas variações na geometria da órbita terrestre afectam a quantidade de luz solar que cada hemisfério recebe ao longo do movimento da Terra em torno do Sol. Uma inclinação menor do eixo terrestre significa menor diferença da temperatura das estações do ano; maior inclinação significa maior diferença, ou seja, Invernos mais frios e Verões mais quentes.
Milankovitch, matemático sérvio, calculou a quantidade de luz recebida por cada secção de latitude do planeta em cada fase das variações orbitais da Terra. Concluiu que as idades do gelo surgem quando uma pequena parte do Hemisfério Norte, correspondente à latitude a que se encontram a baía de Hudson e o norte da Europa, recebe menos luz solar no Verão. Isto traduz-se em Verões curtos e frios que não conseguem derreter toda a neve acumulada durante o Inverno e que é suposta derreter. Esta neve acumula-se lentamente ano após ano e a cada vez mais extensa superfície branca reflecte a radiação de volta para o espaço. As temperaturas descem cada vez mais e eventualmente estão criadas as condições para uma nova era glacial. Baseado nos seus cálculos, Milankovitch previu que existiriam eras glaciais a cada 100 000 anos.
A idade precisa de cada uma das eras glaciais foi comprovada por uma série de fósseis de um recife de coral que se formou num oceano pouco profundo ao largo do Pacífico Sul durante os períodos quentes interglaciais. À medida que o clima se alterou e o frio tomou conta do planeta, mais e mais água congelava nos pólos, o nível dos oceanos baixou de modo a expor o recife de coral. Quando o gelo derreteu, o oceano aqueceu e outro recife cresceu. Isto repetiu-se à medida que se sucediam as eras glaciares. Com o avanço da tecnologia foi possível, através da datação do urânio presente no coral, determinar com exactidão a idade do mesmo e saber a localização temporal das idades do gelo. Os intervalos encontrados coincidiam com os propostos pela teoria de Milankovitch.

Segundo investigações, o fim do período de uma era glacial é dado pela mudança da humidade atmosférica, que diminui, gerando assim uma maior acumulação nos oceanos e originando o aquecimento a nível global. Entre as eras glaciais existem os períodos interglaciais em que a temperatura da Terra se eleva. O período em que vivemos nada mais é do que um interglacial. No entanto, encontramo-nos em vésperas de uma nova era glacial, já que o fim deste período interglacial, baseado nos cálculos das anteriores eras do gelo e na duração dos períodos interglaciares, se encontra próximo. Em média, a Terra experimenta 10 000 anos de era quente a cada 90 000 anos de era de gelo. A última era glacial terminou há cerca de 12 000 anos. A Terra tem experimentado no último século um período de aquecimento – muito provavelmente devido à acção humana com actividades que provocam o aumento da emissão de gases de efeito de estufa - quando, a esta altura, já deveria estar a iniciar a sua fase de esfriamento para entrar numa nova era glacial. Alguns climatólogos defendem que a temperatura média da Terra já deveria ser nesta altura 5ºC mais baixa.

Os períodos glaciais são antecedidos por grande pluviosidade e por curtos períodos bruscos de intenso aquecimento, acompanhados por alterações climáticas regionais notáveis e fenómenos meteorológicos extremos. Além dos cálculos de eras atrás referidos, outros dados parecem apontar para um eminente início de uma nova idade do gelo: a precipitação a nível global está a aumentar, o gelo encontra-se a aumentar em algumas regiões, a temperatura do mar encontra-se a diminuir e a Corrente do Golfo a enfraquecer, aquecimento e arrefecimento da Terra, fenómenos meteorológicos extremos em diversas regiões e diminuta actividade solar nos últimos anos.

Pode parecer desconcertante, face ao tão falado aquecimento global, mas a temperatura média da Terra tem diminuído lentamente durante a última década. O que está provado pelos climatologistas é que só houve um aquecimento entre 1974 e 1998. Todas as quatro agências que rastreiam a temperatura da Terra relatam que ela arrefeceu rapidamente em 2007: cerca de 0,8ºC. Se a temperatura não recuperar em breve, teremos de concluir que o aquecimento global está ultrapassado. Falta então saber se estamos perante uma pausa no aquecimento, ou se iremos continuar a descer nos próximos anos.
Quando se fala em aquecimento global, não quer dizer que este se dê em todos os lados e em todos os locais. Assim, o aquecimento existe mais a nível regional. Só partes da Ásia e Estados Unidos é que estão a aquecer, todo o resto do planeta está a arrefecer, essencialmente o Hemisfério Sul – este arrefecimento é relevante nos trópicos, pois é suposto que seja na atmosfera dos trópicos que fará mais calor devido ao aquecimento global antropogénico. As temperaturas do Hemisfério Norte mostram também uma tendência para estacionar ou mesmo descer. De tal modo que a temperatura média global apresenta uma ligeira tendência para continuar a descer. Ou seja, já não é apenas o Hemisfério Sul que contribui para a descida da temperatura média global.
As distribuições de temperaturas devem-se bastante a temperaturas das correntes oceânicas, como a Oscilação do Atlântico Norte (NAO). Houve uma predominância da fase positiva ou quente da NAO nos últimos 20 anos. Esta está a alterar a sua acção para uma fase negativa, característica de tempos mais frios. Há também a Oscilação Decadal do Pacífico, de baixa frequência, que acontece de 10 em 10 anos. Segundo alguns climatologistas, o clima global é também muito condicionado por esta oscilação na temperatura das águas do Pacífico. Esta oscilação está a caminhar para a sua fase negativa, ou fria, provocando Invernos cada vez mais rigorosos no Hemisfério Norte.
Actualmente, temos outro fenómeno a provocar anomalias climáticas em várias regiões da Terra, o La Niña (o oposto do famoso El Niño). Quando há um El Niño há um aquecimento global da troposfera. Acredita-se que foi devido ao La Niña que o último Verão foi fresco e chuvoso, por exemplo.

Ao contrário do que se pode pensar, e segundo alguns cientistas, a quantidade de gelo existente no planeta tem vindo a aumentar nas últimas décadas. De acordo com medições feitas por satélites, os lençóis de gelo de certas regiões da Gronelândia têm vindo a ganhar 6,4 cm por ano na sua espessura. Há quem defenda que este aumento é, por enquanto, uma recuperação do gelo perdido nos últimos anos devido ao aquecimento global, não constituindo assim, ainda, um aumento significativo.

O aquecimento a que a Terra tem sido sujeita talvez esteja a retardar o aparecimento do início de uma era glacial. O aumento de temperatura registado deve-se à elevada concentração de radiação solar na atmosfera terrestre provocada em grande parte pelo aumento do efeito de estufa. A energia adquirida espalha-se pelo globo aquecendo não só os oceanos, como também a atmosfera, contribuindo para o degelo dos glaciares, para a evaporação da água numas regiões (como a dos trópicos) e para a precipitação noutras. A questão fulcral reside no facto de que estas alterações vão influenciar aspectos como o movimento das massas de água dos oceanos. Com o aquecimento, está-se a perder a água das regiões equatoriais e a enviá-la para o Oceano Atlântico a latitudes mais elevadas. Esta nova massa de água altera as correntes existentes no Atlântico Norte provocando alterações na temperatura média da água, que tem vindo a diminuir consideravelmente. O Atlântico Norte é dominado pela Corrente do Golfo, uma massa de água quente que provém dos trópicos. A cerca de 40º Norte, à latitude de Portugal e Nova Iorque, a corrente divide-se. Uma pequena parte move-se para Sul produzindo uma corrente superficial, enquanto que a restante segue para Norte originando os ventos quentes que fazem subir as temperaturas da Europa. No entanto, ao inundar-se o oceano com uma nova massa de água que cai do céu, estamos a diluir estas correntes que nos aqueciam.
Ao comparar-se os dados actuais com outros estudos efectuados em 1957, 1981 e 1992, pode-se concluir que a quantidade de água quente que fluía para Norte teve uma diminuição de 30%. Esta diminuição é considerável e leva a que o Atlântico Norte seja mais frio e que a região compreendida entre a Baía de Hudson e a Europa do Norte sofra também com Invernos mais rigorosos. Podemos concluir que o aquecimento global pode contribuir para a diminuição da temperatura no Atlântico Norte. As correntes do Atlântico Norte são essenciais para a manutenção do equilíbrio climatérico do planeta. Se elas deixarem de existir podemos contar com uma diminuição súbita da temperatura. Se isto acontecer, nas próximas décadas teremos Invernos mais frios e severos no Hemisfério Norte.

Alguns investigadores defendem que a actividade solar nos últimos 20 anos não aumentou de forma significativa e que tem perdido força. Nos últimos anos têm sido observadas poucas manchas no Sol (o que não deixa de ser natural, pois estávamos a atravessar uma fase descendente do ciclo solar, a caminho do seu mínimo) e desde que a intensidade do vento solar começou a ser monitorizada, há cerca de 50 anos, ela nunca se encontrou tão baixa como em 2008. O vento solar é responsável por criar uma bolha chamada helioesfera, que envolve e protege o Sistema Solar dos raios cósmicos de alta energia provenientes do resto do Universo. Com o vento solar menos intenso, a bolha encolhe-se e fica mais fina, facilitando a passagem dos raios cósmicos. Em princípio, estamos a salvo na Terra, pois o nosso campo magnético e a nossa atmosfera protegem-nos. Existe um estudo que liga a quantidade de raios cósmicos à quantidade de nuvens na Terra. Segundo o mesmo, o bombardeio de raios cósmicos na nossa atmosfera favorece a criação de nuvens. Se a helioesfera enfraquecer, haverá um aumento de raios cósmicos e aumento de nuvens. Aumentar a capa de nuvens significa bloquear a quantidade de raios solares que penetram a atmosfera. O topo das nuvens acaba por refletir a luz do Sol de volta ao espaço e, como consequência, a Terra esfriaria. A hipótese é um tanto controversa, mas entre 1645 e 1715, aproximadamente, o número de manchas solares registado foi praticamente nulo e o período ficou conhecido como Mínimo de Maunder. Nesse mesmo período a Europa sofreu com temperaturas muito baixas e rios que normalmente são fluidos o ano inteiro congelaram durante muito tempo (como o Tamisa, em Inglaterra). O Mínimo de Maunder situou-se num período conhecido como Pequena Idade do Gelo da Europa.
O rápido declínio da temperatura em 2007 coincidiu com um mínimo solar um pouco mais prolongado (e com poucas manchas solares) e com a consequente demora do ciclo 24 em começar no tempo previsto. Tal não é prova de uma conexão causal mas revelou-se motivo de preocupação para alguns cientistas. A energia do Sol conduz o clima e a meteorologia na Terra. Hathaway concorda que as flutuações na actividade solar relacionadas com as manchas solares influenciam o clima da Terra, como o exemplo do Mínimo de Maunder. No entanto, apesar de ser o principal factor, o Sol não é o único que influencia o nosso clima: erupções vulcânicas, fenómenos como o El Niño ou a El Niña, correntes oceânicas, movimento de precessão, a acumulação de gases de estufa na atmosfera, entre outros. Daí não ser muito provável, para este investigador, que esta fase de mínimo solar leve a uma pequena idade do gelo. Até porque o ciclo 24 já começou a produzir manchas. Resta saber o que acontecerá quando regressarmos ao máximo solar, a pausa no aquecimento terrestre continuará?

Talvez seja um bocado prematuro falar de aquecimento ou arrefecimento global, pois o período de tempo para avaliar tal necessita ser muito mais alargado. No entanto, as opiniões existem e apesar das diferenças das mesmas entre investigadores, a que parece prevalecer é a de que "Estamos a aquecer para congelar”. Tal coloca-nos num período de pré-arrefecimento, que os próximos anos confirmarão ou não. Mesmo que não seja para já, uma nova idade do gelo nos aguarda e assim, a questão que aparentemente se pode colocar é: quando é que a Terra irá reentrar em força numa nova era glacial?


sábado, 22 de novembro de 2008

Ressonância Schumann

Em Física, Ressonância é a tendência de um sistema para oscilar em máxima amplitude em certas frequências - frequências ressonantes. O fenómeno da ressonância ocorre com todos os tipos de vibrações ou ondas e tem aplicações importantes, a aplicação mais comum é na área das telecomunicações, em que as ondas electromagnéticas actuam como intermediárias na transmissão de informações.
A Ressonância Schumann (RS) consiste em ondas electromagnéticas armazenadas naturalmente na “cavidade” formada pela superfície da Terra e a superfície inferior da ionosfera terrestre, uma região constituída por cargas eléctricas provenientes da ionização da nossa atmosfera pela radiação electromagnética vinda do Sol. A Terra fica assim rodeada por este campo electromagnético, que possui uma ressonância. Num regime estacionário, que ocorre quando não se espera variação abruptas de campos electromagnéticos, estas ondas vibram com uma certa frequência de ressonância – Ressonância Schumann.
Mais especificamente, a RS é um conjunto de picos electromagnéticos de frequências extremamente baixas do campo electromagnético da Terra. Os picos são causados pela excitação gerada a partir de descargas eléctricas entre a superfície da Terra e a ionosfera. Enquanto as propriedades da cavidade electromagnética da Terra permanecem as mesmas, estas frequências também permanecem inalteradas. Parece haver uma mudança devido ao ciclo das manchas solares, já que a ionosfera da Terra responde ao ciclo da actividade solar. A RS está relacionada com a meteorologia: a ciência reconhece a RS como um indicador de variações de temperatura e de condições climáticas.
Desde o início do seu registo, e apesar de variar sensivelmente entre regiões geográficas, a RS manteve a sua frequência fundamental mais ou menos constante, na ordem de 7,8 Hz. Têm surgido informações de que, nos últimos anos, esta frequência começou a aumentar rapidamente, passando de 7,8 para 11 e para 13 Hz, com tendência para continuar a aumentar. Pensa-se que a RS esteja a aumentar devido a vários factores, sendo o principal a entrada de todo o sistema solar numa região cósmica com maior densidade de energia electromagnética, chamada Cinturão de Fotões. Este cinturão situa-se ao redor da estrela Alcione, o sol central da constelação das Plêiades, demorando cerca de 2000 anos para o nosso sistema solar atravessar este cinturão. Com a incidência de maior energia electromagnética cósmica, presente no cinturão, há um aumento da frequência da RS.
Verificou-se que as ondas do nosso cérebro vibram em faixas de frequências semelhantes às da RS. A existência de dados que correlacionam as actividades solares e geomagnéticas a determinados distúrbios de saúde reforça a possível (ou plausível) idéia de interacção entre a radiação na frequência da RS com o cérebro. O corpo físico do ser humano é um sistema mecânico-químico controlado por ondas electromagnéticas geradas no interior do seu cérebro. As nossas ondas electromagnéticas cerebrais podem estar em várias faixas espectrais:
1. Ondas Delta (0,1 a 3,5 Hz) - É uma onda utilizada pelos grandes iniciados. É a frequência mais baixa que o nosso cérebro pode atingir.
2. Ondas Teta (3,5 a 7 Hz) - Onda muito calmante. A pessoa encontra-se num estado mental onde começam aflorar os seus poderes paranormais, inclusive os de cura.
3. Ondas Alfa (7 a 14 Hz) - Onda calmante relaxante. A pessoa está em meditação, oração e introspecção.
4. Ondas Beta (14 a 25 Hz) - Onda mental stressante. A pessoa fica nervosa, agitada, stressada e cansada.
5. Ondas Hiper-Beta, ou Beta-2 (25 a 30 Hz) - Ondas associadas à loucura.
Verificou-se que enquanto 99% das pessoas “normais” testadas numa experiência tinham uma predominância de ondas cerebrais Beta, todos os yogues testados estavam a utilizar, no mínimo, uma predominância de ondas cerebrais Alfa: a única diferença entre os yogues e as outras pessoas estava exactamente nas frequências cerebrais dominantes. Todos os yogues testados estavam a utilizar ondas cerebrais de baixa frequência tipo Alfa, Teta ou Delta. Verificou-se que quanto mais alta a frequência das ondas cerebrais, mais agitada a pessoa se torna. Algumas autoridades médicas afirmam que o processo de loucura está directamente ligado com a predominância de ondas cerebrais mais altas do que Beta.

Para determinadas pessoas, entre elas cientistas, a Ressonância Schumann é a pulsação da Terra. Defendem que a Terra é um ser vivo que se encontra num processo de ascensão, sendo que este processo consiste exactamente num aumento da sua frequência de pulsação. O aumento da RS é assim visto como um aumento da frequência de vibração planetária, condição essencial à ascensão. Para estas, desde que o coração da Terra disparou, certos desequilíbrios ecológicos fizeram-se sentir com maior intensidade, como perturbações climáticas e maior actividade vulcânica e sísmica. Defendem também que o aumento da RS contribuiu para o crescimento de tensões e conflitos no mundo, aumento de comportamentos desviantes, de violência e de insanidade. Na mesma altura em que o valor das frequências da RS começou a subir, começou também a percepção por parte de muitas pessoas de que o tempo passa mais rápido. Esse sentimento não é ilusório, parece ser explicado pelo aumento da RS. Devido à aceleração da mesma, a jornada de 24 horas, actualmente é apenas de 12 horas e assim não conseguimos actualmente fazer durante um dia tudo o que fazíamos durante um dia há uns bons anos atrás.

Entretanto, têm surgido opiniões que refutam estes acontecimentos, tais como a existência de poucas referências qualificadas a respeito da suposta influência da RS sobre os seres humanos e a inexistência de gráficos com os valores aumentados da RS. No entanto, também circula a informação de que estes dados e o aumento da RS são assuntos secretos por parte de certos governos e instituições, exteriorizados por pessoas ligadas às investigações - daí a inexistência de provas. Se tal for verdade (e sabe-se o quanto certos governos e poderes gostam de esconder informações importantes), onde há fumo, há fogo…

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Deslocamentos e Inversões de Polaridade Magnética

Um dos aspectos presentes – seja literal ou metaforicamente - em algumas profecias e mitos, ou lendas, refere-se à inversão do sentido de rotação da Terra. Relativamente a muitos acontecimentos descritos por profecias e lendas, estes poder-se-ão explicar por um fenómeno conhecido por inversão de polaridade magnética, que pode estar associado à inversão do sentido de rotação. De facto, os pólos terrestres (quer geográficos, quer magnéticos, quer geomagnéticos) oscilam ao longo do tempo sendo que, por vezes, estas oscilações são bruscas e impactantes – deslocamentos de pólos e inversões de polaridade magnética.
O termo pólo geográfico designa cada uma das extremidades do eixo imaginário da Terra e esta possui dois: Pólo Norte, ou Árctico e Pólo Sul, ou Antárctico. Os pólos geográficos da Terra não coincidem com os seus pólos magnéticos. Os pólos magnéticos são dois pontos da superfície da Terra onde se encontram as suas linhas de forças magnéticas: pólo norte magnético (ponto variável à superfície da Terra no qual o campo magnético terrestre aponta na direcção vertical) e pólo sul magnético (ponto variável à superfície da Terra onde as linhas de força do campo magnético terrestre são dirigidas na vertical e para cima).


Relativamente aos movimentos de oscilação do eixo terrestre e, consequentemente, dos seus pólos, temos os movimentos de precessão e de nutação. A precessão é um movimento periódico do eixo de rotação da Terra, com um período de cerca de 25.800 anos, correspondente à variação da eclíptica (plano da órbita da Terra ao redor do Sol) em relação à linha do Equador: o eixo terrestre movimenta-se para trás em relação à esfera celeste. A nutação é um movimento oscilatório periódico do eixo de rotação em torno da sua posição média. A nutação tem uma amplitude de 18'' e um período de 18,6 anos, realizando a Terra mais de 1300 ciclos de nutação durante uma volta completa de precessão. Estes movimentos devem-se ao facto de a Terra não ser esférica, mas achatada nos pólos, o que em conjunto com as forças gravitacionais do Sol, da Lua e, em menor intensidade, dos outros planetas, provoca estes fenómenos.

O nosso campo magnético é uma das maravilhas menos compreendidas do universo. Sabe-se basicamente apenas que o nosso campo magnético é electromagnético: a Terra é um dínamo gigantesco com um pólo norte e um pólo sul. A Terra age como um enorme íman devido à existência de uma massa de ferro no seu núcleo. Este gira a uma velocidade apenas um pouco maior que as massas circundantes. O núcleo interno sólido da Terra tem um raio de 1200 km e "frota" no núcleo externo líquido; ambos estão formados principalmente por ferro. A temperatura do núcleo interno é superior à do externo, portanto, espera-se que o núcleo interno também seja líquido. Mas, dado que a pressão é maior que a do núcleo externo, o ferro não pode derreter-se. Pela transferência de calor, aparecem correntes convergentes no núcleo externo e estas geram um campo magnético que se reforça a si mesmo. O núcleo externo pode considerar-se como um dínamo auto-reforçante. As correntes eléctricas no núcleo geram a maior parte do campo magnético, embora 10% seja produzida por correntes da ionosfera. Ao longo das eras geológicas, a orientação do campo magnético terrestre (e o dos outros planetas) pode mudar, de modo que o pólo norte magnético se torna sul e vice-versa – um fenómeno conhecido como inversão de polaridade magnética. Mas não são só os pólos magnéticos que mudam, os geográficos também.

Segundo Charles Hapgood, em “The Path of the Polé” (obra elogiada por Albert Einstein, que escreveu o seu prólogo) a crosta da Terra sofreu repetidos deslocamentos e estes produziram-se de maneira bastante repentina, em questão de dias ou talvez de horas, levando a mudanças climáticas e geográficas em todo o planeta. Segundo Hapgood, isto é explicável se a casca exterior da Terra, que é virtualmente rígida, de vez em quando suportar um extenso deslocamento das camadas interiores viscosas, plásticas e possivelmente fluídicas. Quando estes deslocamentos acontecem, alguns continentes movem-se para os pólos e outros afastam-se deles, o que altera a geografia da Terra. Hapgood encontrou provas de três posições diferentes do Pólo Norte: durante a última glaciação da América do Norte, o pólo parece ter-se localizado na baía de Hudson, iniciando-se neste local há 50.000 anos, antes encontrava-se localizado no Mar da Gronelândia e anteriormente no distrito de Yukon, Canadá; parece que se moveu para o seu local actual no meio do Oceano Árctico, há 12 000 anos atrás, data que coincide com o final da última era glacial. Nessa altura, houve um congelamento repentino, em plena actividade, de todos os seres do Alaska (animais, plantas e pessoas), bem como alterações atmosféricas no Alaska de uma violência sem par. Hapgood apresentou dados de que o último movimento da crosta terrestre aconteceu nessa altura. Se o Pólo Norte muda, o Pólo Sul também muda, tendo sido encontrados dados que provam diferentes localizações do Pólo Sul.
Desde esta obra de Hapgood, têm-se descoberto mais evidências que comprovam estes deslocamentos da crosta. Um número considerável de antigas praias que agora se encontram em grandes elevações sobre o nível do mar - e às vezes longe das actuais costas - evidenciam mudanças verticais drásticas nas posições das massas da Terra. O geólogo P. Negris encontrou provas de praias em três montanhas da Grécia - Monte Hymeto, Monte Parnaso e Monte Geraneia.

Existem também registos geológicos da Terra que indicam inversões magnéticas. Os deslocamentos dos pólos e as inversões de polaridade parecem então ser um facto comprovado por geólogos. Os cientistas concordam que a precessão afecta o campo magnético terrestre e que este parece mudar junto com a precessão. A intensidade do campo magnético aumenta e diminui num ciclo. Durante os últimos 2000 anos, a força do campo bipolar diminuiu 60%, o que pode significar que experimentamos um precursor de um novo intento de inversão de polaridade, que pode acontecer a qualquer momento.

Parece então existir um vínculo entre as eras glaciais, os deslocamentos de pólos geográficos, as inversões de polaridade magnética e a precessão. A causa de todas estas mudanças ainda não se revelou e quase todas as especulações conduzem a uma "força desconhecida". Existem porém algumas teorias para explicar o que impulsiona os deslocamentos e inversões: alterações drásticas no magnetismo solar que influenciam a Terra; massas de gelo num dos pólos ou em ambos que, ao acumularem-se, criam destabilização do balanço rotacional da Terra, causando uma derrapagem da crosta externa à volta do núcleo da Terra; um corpo celeste magnético incomum que passa muito próximo da Terra temporariamente, reorientando o campo magnético terrestre, de modo que arrasta a litosfera para um novo eixo de rotação; um cometa ou asteróide que atinge a Terra a alta velocidade num ângulo que permite o movimento da litosfera independentemente do manto ou que provoca um deslocamento total do eixo terrestre; perturbações da topografia entre núcleo e manto, talvez induzidas por uma rotação diferencial do núcleo e deslocamento do seu vector de eixo de rotação.

Para alguns, a inversão de polaridade magnética despoleta os movimentos da crosta terrestre e a alteração do movimento de rotação, para outros, a inversão magnética é secundária aos deslocamentos terrestres e à alteração de rotação. No primeiro caso, o cenário previsto após a inversão magnética dos pólos inclui a Terra a começar a mover-se para o outro lado; em consequência, a crosta terrestre exterior se arrancará e ficará a flutuar, solta; o planeta inclinar-se-á e ao olhar o céu parecerá que este "vem abaixo", como o descrevem as antigas escrituras; produzir-se-ão sismos colossais, montanhas se elevarão onde não havia nada, partes da Terra se abrirão e paralisarão, as montanhas irão desmoronar-se, vulcões entrarão em erupção em muitos lugares e, por fim, a maior catástrofe acontecerá, pois devido à inércia, o movimento dos oceanos não pode deter-se e uma gigantesca onda cobrirá a Terra.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A Profecia Maori


Os Maoris são o povo nativo da Nova Zelândia. Na língua maori, a palavra maori significa “normal”, “ordinário”. Em lendas e outras tradições orais, a palavra distinguia os seres humanos mortais de divindades e espíritos. A religião tradicional Maori concebia que tudo, incluindo elementos naturais e todos os seres vivos, está conectado por uma descendência comum, através de uma genealogia ou whakapapa. De acordo com o seu sistema de crenças, todas as coisas possuem uma força vital ou mauri.
A tradição maori fala-nos também de uma profecia relacionada com grandes mudanças na Terra para o tempo actual. De forma inequívoca, as suas lendas retratam tempos em que a Terra foi abalada por todas as formas possíveis de desastres naturais e, segundo os anciãos, tais acontecimentos voltarão a acontecer. A profecia maori diz-nos que um fogo irá explodir através dos céus. Irá rugir como a maior explosão jamais ouvida pela humanidade. Irá criar ventos ciclónicos que, por sua vez, destruirão as infra-estruturas da civilização, tal como a conhecemos. O véu que separa o mundo físico do espiritual desaparecerá. E, mais uma vez, o nascimento de uma nova era.
No último quarto de século, temos assistido a grandes mudanças climáticas e os desastres naturais têm vindo a aumentar de forma global, as estatísticas revelam-nos que nos últimos anos houve um aumento do número de tempestades, terramotos e um incremento da actividade vulcânica. Todos estes factos levam-nos a pensar que algo está a acontecer no nosso planeta e que talvez todas estas lendas e profecias não sejam assim tão absurdas.
Apesar de, hoje em dia, quase ninguém valorizar as lendas e profecias dos antigos, verificamos que, em muitos detalhes, elas são semelhantes a muitas teorias científicas acerca do passado e do nosso futuro imediato, adquirindo assim um certo grau de credibilidade. Os cientistas, novamente, parecem estar atrasados em relação à descoberta de determinadas informações, há muito tempo conhecidas pelas civilizações antigas. Assim, enquanto os cientistas procuram, dentro do seu cepticismo exagerado e arrogante, provas para tudo, não confiando em alguns aspectos da sabedoria antiga, atrasam-se. E, agora, mais do que nunca, o tempo parece ser crucial para todos nós.
Os Maori, tal como outras culturas antigas, parecem possuir conhecimentos secretos e um entendimento, uma compreensão sobre a vida e o universo, que o homem ocidentalizado, de alguma forma, perdeu ao longo dos anos. Mais uma vez, uma cultura antiga revela o mesmo tipo de profecias, será tudo isto uma mera coincidência? Ou fará parte de um conhecimento há muito esquecido e partilhado por todos estes povos ancestrais?

sábado, 1 de novembro de 2008

Mapa Astrológico do Solstício de Inverno de 2012

Dado que a data do Solstício de Inverno de 2012 tem sido apontada como a data de transição entre a era actual e a próxima, apresentamos aqui um mapa astrológico dessa data, o qual nos remete para importantes reflexões.

Legenda: mapa astrológico para 21 de Dezembro de 2012, 11h12 GMT, Amesterdão. O padrão planetário será o mesmo para qualquer localização, apenas serão diferentes o ascendente e a divisão das casas.


Em 21 de Dezembro de 2012 o centro da Via Láctea estará a 0 graus do signo Capricórnio do Zodíaco Ocidental. 0 graus de Capricórnio é o ponto do Zodíaco onde o Sol se encontrará durante o Solstício de Inverno. Assim, o Sol estará exactamente no centro da galáxia. De acordo com os Maias, o centro da galáxia é o útero cósmico: o local de morte, transformação, regeneração e renascimento.

Aspectos principais do mapa:

O Sol está a 0 graus de Capricórnio, o ponto do Solstício de Inverno. Faz um sextil com Neptuno, mesmo no início de Peixes. Isto é quase um exacto sextil. A orbe tem menos de meio grau. Este aspecto pode apontar para uma experiência espiritual, uma perda ou ambas.
A configuração mais importante que encontramos no mapa é um Yod. Isto é também chamado o “Dedo de Deus”. No mapa, é parecido com uma seta e indica mudanças e transformações. O Yod consiste em:
- Um quincúncio (aspecto de 150 graus) entre Júpiter e Plutão;
- Um quincúncio entre Júpiter e Saturno;
- Uma oposição central (aspecto de 180 graus) entre Júpiter e a conjunção Mercúrio/Vénus.
Os dois quincúncios são quase exactos, eles têm uma orbe de menos de meio grau. De facto, o quincúncio entre Júpiter e Plutão é exacto em 21 de Dezembro de 2012.

Interpretação do mapa astrológico:

- Plutão é o planeta da transformação radical, morte e renascimento.
- Saturno é o planeta do reino terreno e das experiências de aprendizagem, especialmente as de natureza mais dolorosa.
- Júpiter é o planeta da expansão, é o foco do yod, o planeta que recebe as fortes energias dos outros planetas envolvidos. Também amplia as energias dos outros planetas envolvidos (especialmente Saturno e Plutão). Este yod indica processos de transformação que podem ser dolorosos para muitas pessoas.
Júpiter tem um papel central porque é o foco principal da energia. Isto indica mudanças nos nossos sistemas religiosos, nos sistemas de crenças e nos sistemas filosóficos. Júpiter abrange todos estes aspectos.

- Uma outra configuração notável é uma quadratura em T, com Neptuno como foco central:
- Júpiter faz uma quadratura (aspecto de 90 graus) com Neptuno;
- Neptuno faz uma quadratura com Vénus;
- Vénus opõe-se a Júpiter, esta é a oposição central que activa o yod.
Por isso Neptuno - o planeta da espiritualidade, ascensão, confusão e inundações - é também um planeta crucial neste mapa astrológico.

Podemos assim concluir que algo muito importante a nível mundial acontecerá nesta data…
Nota: mapa astrológico elaborado por Roeland de Looff