quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

A Máquina de Uriel


No livro “A Máquina de Uriel – As antigas Origens da Ciência”, os autores Christopher Knight e Robert Lomas apresentam a teoria de que Enoch, um patriarca bíblico do Antigo Testamento, seria contemporâneo de uma civilização superior, extinta por um dilúvio - o qual foi provocado pelo embate de um corpo celeste com a Terra - tendo Enoch se encarregado de preservar pistas para o conhecimento cientifico e filosófico.

Resenha do livro:

Investigações científicas modernas demonstram que a Terra foi atingida muitas vezes por cometas e meteoritos. Trabalhos de laboratório sugerem que esses impactos poderiam proporcionar ondas marítimas de mais de 5 mil metros de altura, capazes de percorrer 640 quilómetros por hora. Nos últimos 10 mil anos, houveram dois impactos de tal proporção, um deles aproximadamente em 7640 a.C. e o outro em 3150 a.C., na época do conhecido Dilúvio de Noé. A “A Máquina de Uriel – As Antigas Origens da Ciência” prova que os europeus não somente sobreviveram à inundação de 7640 a.C., mas também desenvolveram uma civilização altamente avançada, dedicada a preparar-se para impactos meteóricos futuros. Construindo uma rede internacional de observatórios astronómicos sofisticados, esses astrónomos antigos criaram calendários solares, lunares e planetários exactos; mediram o diâmetro da Terra e predisseram a colisão de 3150 a.C., permitindo a reconstrução da civilização num mundo destruído. Essa era a verdadeira finalidade de estruturas megalíticas como Stonehenge. A “A Máquina de Uriel - As Antigas Origens da Ciência” constitui uma revisão de grandes eventos da humanidade, iluminados por novas e brilhantes ideias.


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