segunda-feira, 8 de junho de 2009

Livro Egípcio dos Mortos ou Livro da Luz?

O Livro dos Mortos, o mais antigo livro ilustrado do mundo, é a designação dada a uma colectânea de textos, orações e hinos do Antigo Egipto, escritos em rolos de papiro e colocados nos túmulos junto das múmias. O objectivo destes textos era ajudar o morto na sua viagem para o Além, afastando eventuais perigos que este poderia encontrar na viagem.

Os textos que integram o que hoje se denomina por Livro dos Mortos não foram escritos por um único autor nem são todos da mesma época. Embora tenha aparecido em papiros apenas a partir do Império Novo, a sua origem é muito mais antiga, recolhendo textos do Livro das Pirâmides (Império Antigo) e do Livro dos Sarcófagos (Império Médio). Inicialmente continha apenas poucas estrofes relativamente simples e o seu conteúdo era transmitido de forma oral. Com o aumento da quantidade e da complexidade dos textos, os sacerdotes viram-se obrigados a escrevê-los antes que se perdessem da memória. Num processo de cópias sucessivas foram introduzidas variações e enganos, tanto por equívoco na leitura dos caracteres quanto por desleixo, cansaço do copista e acréscimos feitos pelos próprios escribas interessados em impor a sua opinião. As edições modernas do Livro dos Mortos são compostas por cerca de 200 "capítulos". Nenhum dos papiros conhecidos apresenta o mesmo número de capítulos e de ilustrações. Foi nos sepulcros de Tebas que se encontraram a maior parte das cópias do Livro dos Mortos. Um dos mais belos papiros ilustrados que existem é o Papiro de Ani, com um total de 24 metros, cujas vinhetas representam cenas mitológicas, nomes de deuses e cenas do julgamento dos mortos. Outros temas não relacionados com o mundo dos mortos foram também incluídos, como a criação do mundo.


Os antigos egípcios denominavam esta colectânea de textos de Prt m hru, o que pode ser traduzido como "A Manifestação do Dia" ou "A Manifestação da Luz", ou de Reu nu pert em hru - “Fórmulas para Voltar à Luz”.

Entretanto surgiu outra opinião acerca deste famoso “livro”. Albert Slosman (1925 - 1981), matemático, foi um grande apaixonado e estudioso da civilização egípcia. Dedicou-se a aprender a decifrar os hieróglifos egípcios e uma vez chegado a esse conhecimento começou a duvidar que algumas traduções estivessem bem efectuadas e que os hieróglifos tivessem sido claramente percebidos pelos egiptólogos, especialmente tendo em conta as diferentes interpretações de estudiosos que surgiram. Por outro lado, o Manual de Arqueologia e História Antiga da África do Norte também parecia deter-se sobre a suspeita que tinha surgido na sua mente sobre a origem da civilização egípcia: que esta não tinha tido lugar nas margens do Nilo e que os antepassados dos primeiros faraós eram provenientes de outros lugares.

A par disto, das suas traduções dos hieróglifos e outros dados que não iremos aqui abordar (como em Marrocos os nomes de alguns lugares serem estranhamente semelhantes a hieróglifos que compõem o Livro dos Mortos e o seu estudo sobre o Zodíaco de Dendera) levaram-no a concluir que o Livro dos Mortos descreve com precisão os últimos anos da Atlântida, civilização que afundou num dia, num gigantesco cataclismo. Segundo Slosman, os conhecimentos astronómicos dos atlantes eram muito superiores aos nossos e aperceberam-se do fim da Atlântida com estes conhecimentos. O Livro descreve também como os sobreviventes foram guiados pelo Sol na sua fuga para o Egipto, como o mais importante aconteceu no Sol e como o tema central dessas escrituras é o facto de que o Sol irradiava a luz da luz - em outras palavras, uma luz incrivelmente intensa.

Como excertos das traduções temos: “Sou o mais Elevado, o Primeiro, o Criador do Céu e da Terra, sou o Moldador dos corpos humanos e o fornecedor das partes espirituais. Coloquei o Sol sobre um novo horizonte, como um signo de benevolência e como prova da Aliança. (…) Sou a temível luz acesa que navega pelo cordão, permitindo de longe, no firmamento, que se julguem as acções de todos. (…) o velho Leão deu a volta seguindo a ordem da Palavra, que lhe disse que se desse a volta.”

Explicação: o Sol nascente foi colocado num novo horizonte, no dia da destruição da Atlântida e então a nova Terra fez-se realidade; o Sol move-se pelos signos do Zodíaco (cordão); na altura do cataclismo decorria a Era de Leão e a Terra deu a volta no seu eixo.

Segue-se a tradução de algumas passagens relevantes do Livro da Luz, publicadas por Slosman no seu livro “O Grande Cataclismo”:

“A história de Osíris começa no ano 10.000 a.C. L'An-Nu, o supremo sacerdote de Aha-Men-Ptah, reuniu o conselho. Tinha notícias alarmantes, pois com cálculos matemáticos das configurações estelares, estava em condições de calcular a data do fim do seu mundo. Isto apoiava-se nos acontecimentos do cataclismo anterior, ocorrido em 21 de Fevereiro de 21.312 a.C., quando parte da Atlântida foi destruída. A sua mensagem (…) "Irmãos, estamos hoje reunidos aqui para falar dos aterradores acontecimentos que sofrerão os nossos bisnetos. Sem duvidá-lo, devemos organizar um êxodo do nosso povo para outras regiões e isto representa um enorme esforço durante muito tempo. Não me apoio nas sagradas escrituras, mas em combinações matemáticas que se podem compreender por qualquer um que o escolha. Todo o movimento das estrelas e dos planetas se produz em harmonia, seguindo as leis de Deus. (…) os cálculos (…) estabelecem que uma catástrofe de desconhecidas proporções nos aguarda. Durante a anterior, o Norte de nosso país converteu-se num enorme iceberg e destruíram-se outras partes do mundo. Desta vez, o nosso país inteiro desaparecerá (…) por completo sob as águas. Não ficará nada e se não se toma nenhuma medida não haverá ninguém que possa contar a história de nossa pátria, porque pertencerá ao reino dos mortos. (…) Produzir-se-á dentro de 208 anos, a 27 de Julho, e será inevitável. Portanto, apressem-se, honráveis membros do conselho, a tomar medidas necessárias para que dentro de dois séculos todos possam abandonar estas terras e iniciar uma segunda pátria. Os primeiros sinais do que nos aguarda já são visíveis no horizonte, onde o Sol está mais avermelhado à sua saída. Aqui concluo o meu argumento, o Este terá cor vermelha, tão vermelho como o nosso sangue, porque o nosso império pertencerá aos mortos".

A partir desse dia, começaram a tomar as medidas preventivas necessárias ao êxodo. Os anos transcorreram. Em 9842 a.C. nasceu o primeiro filho do rei Geb e da rainha Nut. A sua mãe pôs-lhe o nome da constelação que dominava o céu meridional, Osíris ou Órion. Destinava-se a converter-se no 589º governante de Aha-Men-Ptah. (Posteriormente, Aha-Men-Ptah foi chamada Atlântida, pelos filósofos gregos.) No ano seguinte nasceu o seu irmão Seth e um ano mais tarde, as suas irmãs gémeas Isis e Nepthys. Seth comportava-se como um pequeno tirano, invejava o êxito das suas irmãs e o facto de não ser o herdeiro do trono. O rei Geb observou uma estreita relação entre Isis e Osíris e decidiu que se casassem. O matrimónio foi solenizado e Seth (…) partiu, ameaçando vingança e fratricídio. Da união entre Isis e Osíris nasceu Horus. Enquanto isso, Seth dedicou-se a reunir um grande exército. Muitos dos seus rebeldes irritaram-se ao ter que realizar as medidas coercivas que lhes infligiam para o cataclismo vindouro, recusando-se a participar das tarefas por algo no qual não acreditavam. Nesses tempos difíceis, Osíris converteu-se no novo governante, aos trinta e dois anos de idade. Faltavam treze anos para a data do cataclismo. Osíris tomou medidas para assegurar a fidelidade dos outros estados do país e formou um exército que não só teria que combater com os rebeldes, mas também proteger os portos e os depósitos de armazenamento. (…) O resto da terra era um caos causado por Seth. Houve uma incrível quantidade de material a utilizar-se no êxodo que se tornou inútil, demoliu-se ou foi roubada. (…) Um par de semanas antes do cataclismo, Seth intensificou o seu ataque. Na noite de 26 de Julho invadiu a capital atlante, de surpresa. O resultado foi desastroso. Houve saques e assassinatos, só o palácio real não foi tomado. Seth enviou um mensageiro ao palácio para oferecer uma rendição honorável, com a condição de que Osíris em pessoa viesse assiná-la. Apesar das advertências de Geb, Nut e Isis, o rei decidiu ir. Deixou a defesa nas mãos de Horus. Escoltaram-no seis homens e um oficial (…) as lanças penetraram os corações e as cabeças das suas escoltas e foram brutalmente assassinados. (…) Seth tomou a espada (…) e a cravou no corpo de seu irmão (…) Osíris morreu sem emitir um só som. Seth arrojou o corpo sobre uma pele de touro, atando as duas partes que a constituíam e ordenou que lançassem o "pacote" ao mar. (…) No palácio, Nepthys, que tinha o dom da vidência, vislumbrou os trágicos acontecimentos. Depois de os comunicar a Horus, este decidiu lançar um contra-ataque. Reuniu dois mil homens, explicou-lhes o ocorrido e informou-os o que se esperava deles. Começaram o ataque, matando cada rebelde que encontravam (…) ao lugar onde assassinaram o pai de Horus (…) mas Osíris não estava ali. (…) No momento em que o Sol devia elevar-se sobre o horizonte, não aconteceu nada. Era 27 de Julho e esse seria o último dia da Atlântida. Apareceu um ocaso irreal, sem sol nem céu, uma bruma avermelhada, sufocante, de difusa claridade por causa da sua espessura, estendeu-se como um manto parecendo que não só absorvera todos os sons mas também a luz do Sol. Em todo o continente se compreendeu que o inevitável estava para se desencadear. O instinto de sobrevivência afligiu todos e não há palavras para expressar o pânico que se desatou. (…) A manhã transcorreu sem que ninguém estivesse em condições de precisar a hora, porque o Sol permaneceu invisível detrás da sufocante névoa, que se tornou cor vermelha sangue. (…) Então, a fúria celestial fez-se conhecer na sua omnipresença, suaves terramotos puseram fim à batalha. (…) Isto prolongou-se com igual intensidade, enquanto a bruma impenetrável parecia desvanecer-se. No palácio, Geb assumiu o comando novamente. O monarca anterior não tinha outra alternativa, pois o seu filho estava morto e Horus ainda não fizera o seu juramento. Decidiu iniciar imediatamente o êxodo geral. Primeiro enviou a ordem ao porto para poder começar com as acções e medidas planeadas e evitar, quanto possível, o pânico. Os soldados reais estavam todos ali para facilitar a partida. No porto real havia milhares de "Mandjits", cuja característica principal era que não podiam afundar-se. Estavam rigorosamente protegidos e a bordo tinham equipas completas de sobrevivência, como garrafas de água, tortas de cevada, cereais, etc. Devido à preparação de anos, num instante centenas de milhares de pessoas embarcaram, entre elas a família real e os supremos sacerdotes. Todos se dirigiram aos botes que já foram designados com antecedência. (…) Ninguém tinha a menor idéia do alcance da catástrofe, embora todos imaginassem o pior. A cento e sessenta quilómetros, os antigos vulcões que tinham mais de mil anos de antiguidade reactivaram-se. Com um enorme poder lançaram rochas, terra e pó ao ar e a bruma voltou a tornar-se espessa. Uma chuva de pedras menores caiu sobre a capital e o porto, como consequência disso muitas pessoas foram feridas ou morreram. No meio do pânico que sobreveio, perderam o auto-controlo e começaram uma verdadeira corrida para o porto. Qualquer indício de pensamento humano foi substituído por um puro instinto animal de sobrevivência. Os soldados foram atropelados por esta correria de pessoas. O terror causado fez com que as pessoas esquecessem toda a noção de segurança. (…) Centenas de navios se afundaram junto com os seus passageiros antes de zarparem. (…) De longe podia-se ouvir os vulcões outra vez, que lançavam lava ao ar. O resto da aterrorizada população que permaneceu em terra pereceu (…) Centenas de milhares de litros de um infernal fogo líquido destruíram tudo. (…) Nepthys e Isis procuravam o corpo de Osíris. Nepthys conduziu a sua irmã através da bruma da invisibilidade. (…) Horus deu aos seus homens restantes a liberdade de partir e decidiu ficar e procurar o seu tio, para o matar em vingança do seu pai. (…) Seth então viu Horus (…) um pânico irracional se apoderou dele e atacou sem pensar (…) a sua espada roçou o ombro de Horus, com outro golpe atingiu-lhe a cara. Seth estava seguro da sua vitória e escapou, tratando de fugir da corrente de lava que se aproximava. Embora Horus ainda estivesse vivo, morreria nessa corrente de fogo. Perdera seu olho direito e o outro estava cheio de sangue, tinha um joelho destroçado e um ombro quebrado, mas ainda estava vivo, embora não pudesse ver nem mover-se. (…) Então produziu-se o milagre. Horus jazia sobre um afloramento de granito, a lava não poderia passar por ali mas só poderia rodeá-lo, deixando-o a salvo por algum tempo. Na costa, por fim Nepthys teve êxito. (…) Ali estaria (…) o couro que guardava o corpo de Osíris. As duas irmãs, com cuidado, tomaram o couro e os soldados colocaram-no num dos pequenos Mandjits que havia por ali abandonados. (…) Isis foi sozinha em busca do seu filho e chegou ao palácio real onde Geb e Nut estavam a aguardar as notícias de seus filho e neto. Confrontados com a resoluta decisão de Isis de procurar o seu filho, Geb deu as suas últimas ordens. Sem mais demora, Nut e os restantes chefes deviam ir. Um novo país necessitaria uma nova mãe, senhora de um novo céu, a qual, em ausência de Osíris e Horus, devia ensinar aos sobreviventes como viver na sua segunda pátria. O seu nome seria Ath-Ka-Ptah, cujo significado literal era "Segunda Alma de Deus". (o qual foi trocado pelos gregos pelo Ae-Guy-Ptos, ou Egipto.) (…) Com confiança, Isis continuou a sua busca (…) De repente, começou a clarear e pela primeira vez houve luz esse dia. A actividade vulcânica à distância, tendo lançado milhares de toneladas de lava, deteve-se e um silêncio sobrenatural rodeou-os. Isis estendeu os seus braços para o céu e rezou: "Oh, Ptah-Hotep, rei dos céus, abre tuas eclusas e detêm o fogo; salva o filho do teu filho! Ordena que este dia do grande cataclismo não se converta no dia do grande luto. Oh, Ptah-Hotep, rei da terra, ordena que o grande arroio abra todas as suas reservas!" (Seis mil anos depois, esta prece está cinzelada em todas as tumbas do Vale dos Reis de Luxor e também em Dendera. ) (…) Então, Isis viu o corpo que estava a procurar e parecia mover-se! Lágrimas de alegria brotaram dos seus olhos. (…) Isis juntou um pouco de água que brotava da rocha e lavou o sangue do olho não magoado de Horus e então ele pôde ver a sua mãe e também chorou de alegria. Isis e Geb tomaram-no pelos ombros e levaram-no (…) Chegaram ao navio (…) logo depois produziu-se o primeiro choque sísmico verdadeiro. A terra foi jogada para os céus, enquanto uma intensa luz cintilante atravessou o céu antes de desaparecer nas águas, em dantescas chamas saltitantes. (…) Durante esse dia o destino de Aha-Men-Ptah ficou selado. No extremo meridional do continente que se afundava, flutuavam os Mandjits considerados como impossíveis de afundar-se e agora chegara o momento de provar a sua reputação. No Ocidente, o céu ainda brilhava com uma cor púrpura, por causa dos acontecimentos produzidos pelo cataclismo. Mas na verdade era o Oeste? Avistava-se uma tormenta, entretanto, ondas de vários metros de altura estouravam contra os Mandjits. (…) Logo depois de um período relativamente tranquilo, a violência voltou. Desta vez foi um ciclone e alguns dos navios desfizeram-se (…) No céu púrpura que agora estava tranquilo, de repente viram sair o Sol com movimentos abruptos e observaram-no com angústia. Uns minutos mais tarde, o Sol voltou a desaparecer e sobreveio a noite. Para seu assombro, as estrelas também adoptaram esse ritmo rápido; logo a Lua apareceu e se moveu com tal velocidade pelo céu que parecia que se chocaria com a frota. A noite inteira sobreveio em menos de uma hora. Ninguém sabia o que estava a aconter, ninguém podia dizer se este dia seria seguido por outro ou não. O horizonte manteve-se cor de carmim, com uma claridade sobrenatural e enigmática. Todos pensavam que o seu final chegara, como assim também chegara o fim do mundo. Tudo se fora, excepto a bruma. No horizonte a calma reinava outra vez. Um jorro de pedras incandescentes foi lançado e o mar turbulento se acendeu. Enquanto caía uma chuva de fogo, os sobreviventes deram-se conta de que presenciavam as últimas convulsões de Aha-Men-Ptah. (…) Nada ficara! Nada! Este afundamento elevou o nível das águas. Uma onda gigantesca, de doze metros de altura e vários quilómetros de largura se aproximou, destruindo tudo por onde passava. Centenas de pessoas foram lançadas ao mar mas muitas ataram-se aos mastros, com as cordas das velas. Isis e Horus ataram-se bem como Nepthys, Nut e seus companheiros. E Seth também! (…) Horus começou a desenhar estratégias tratando de esquecer a sua insuportável dor. Não se salvaria permanecendo no seu navio; a fim de sobreviver, devia escolher um lugar do destino onde pudesse desembarcar sem perigo. (…) Um grito da sua mãe o devolveu à realidade. Abriu o olho que restara, que por certo tinha severas feridas, e através da bruma perguntou: "Há algum problema com os Mandjits, mãe?"."Não, é o dia, o qual aparentemente está começando pelo lado correcto"."Pelo lado correcto? Isso seria possível só se estivéssemos na direcção equivocada"."Por certo que é o Este, Horus, porque há terra visível no Oeste". Um clamor angustiante provinha de todos os navios quando viram este inexplicável movimento do Sol. Todos estavam aterrorizados. Mas o dia transcorreu sem que nada acontecesse e a paz foi restituída. Isis foi reconhecida pelo seu povo (…) ela falou: "Falo com todos, se estiverem dispostos a viver em paz com Deus, quem vos criou à sua imagem, então uma segunda pátria os aguarda: Ath-Ka-Ptah. Ali, os raios de um segundo Sol se encarregarão da nossa ressurreição". Em outro navio, Nepthys pensava. Na proa encontrava-se o corpo do seu irmão. De repente ela "viu" uma pessoa morta! Algo que não tinha como explicar... Então se encheu de regozijo; compreendeu que um milagre se produziu. Frente a ela, Osíris apareceu no céu estrelado. Ele, que tinha nascido como um Deus e associado a esta constelação, renascia no céu! Seu Pai, para lhes fazer saber de sua omnipresença em toda a circunstância, deu vida outra vez a seu Filho! Nepthys não sabia porquê, mas de repente se sentiu cheia de confiança em si mesma.”

Aqui a história dos mortos da Atlântida, segundo o que Slosman escreveu no referido livro, chega ao seu fim.

1 comentário:

Anónimo disse...

Sim, dependemos de conhecimento e estudo. Sei que estamos próximos e que a mão do criador será decisiva, porém a mao do ser criado à imagem e semelhança será fatídica pois materiais armazenados potenciarizarão a explosão e o que poderia deixar sinal não mais existirá!(bombas).Pergunto quem cuidará delas quando o telefone, o rádio, a televisão e a internet acabar?Pensem seres humanos; quem sobreviver será nada, em 21312 a.C. sobreviveu Noé e os seus, em 9792 quando destruiu atlantida poucos sobreviveram, e hoje!? Nossos lideres mundiais estão ou abestados ou muito confiantes em resolverem para si. Esquecem que a mão do homem (bombas) está aí, mas e a mão de DEUS!!!